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A publicação de um regulamento prévio contendo o conteúdo das provas pode ser realizada antes do edital oficial, com o objetivo de auxiliar os candidatos em sua preparação.
Com a banca organizadora em vias de ser selecionada e divulgada, o concurso público da carreira de Desenvolvimento e Assistência Social do DF pode ter uma novidade. Com o objetivo de favorecer aos candidatos, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) estuda publicar um regulamento prévio com o conteúdo das provas antes de lançar o edital completo para o certame.
A iniciativa é da titular da pasta, Ana Paula Marra, que repassou a ideia à comissão organizadora do concurso para avaliar juridicamente e administrativamente a possibilidade. “Muitos estudantes e professores de cursos preparatórios me trouxeram essa sugestão, e eu prontamente acatei e repassei aos especialistas. Ainda não podemos assegurar, mas já tem pessoal empenhado em fazer acontecer”, destacou a gestora.
“Por se tratar de um conteúdo denso e extenso, ter mais de 90 dias para estudar, seria de grande valia para os candidatos”, enfatizou Ana Paula Marra. “Além disso, certamente, traria profissionais ainda mais bem-preparados para fortalecer cada vez mais a política socioassistencial do Distrito Federal.”
Segundo ela, a orientação repassada à comissão organizadora é focar temas que de fato permeiem o cotidiano socioassistencial. Dessa forma, já estão confirmadas as ausências de informática e raciocínio lógico nas provas. Por outro lado, temas como os Estatutos da Criança e do Adolescente Digital, do Idoso e da Pessoa com Deficiência, e os decretos de criação dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social precisam de uma atenção especial.
Mais novidades
A secretária Ana Paula Marra confirma que as provas vão ser realizadas em apenas um dia para os níveis médio e superior — um deles pela manhã e outro durante a tarde. “Pensamos no candidato para tomarmos essa decisão. Muita gente vai fazer para mais de um cargo e trabalha aos fins de semana, não podendo pegar duas folgas. E outra: há candidatos do entorno e de outros estados que não têm condições de pagar mais de uma passagem”, explicou.
Em relação ao cargo de educador social, a gestora vai mudar a portaria que regulamenta a função para dar chances a quem tem graduação. A função permite, atualmente, vagas para quem tem curso superior em licenciatura. “Vamos melhorar isso e expandir para ambos os formandos”, garantiu.
Por fim, Ana Paula Marra diferenciou o cargo de técnico administrativo e agente social. De acordo com ela, a primeira ocupação é para quem busca atuar em serviços internos, enquanto a segunda é para profissionais com afinidade em trabalhar com o público. “Minha sugestão: não defina sua inscrição pelo número de vagas, mas pelo seu perfil pessoal”, finalizou.
O concurso
Uma das seleções públicas mais aguardadas dos últimos anos, o concurso foi autorizado para 1.197 cargos imediatos que contemplam os níveis superior e médio.
Estão previstas 634 oportunidades para candidatos com formação acadêmica. Serviço social (125), pedagogia (121) e direito (115) são as áreas com maior número de vagas. No nível médio, há chances para técnico administrativo (398), agente social (133) e cuidador social (32). Os aprovados podem atuar tanto na Sedes-DF quanto nas secretarias da Mulher (SMDF) ou de Justiça e Cidadania (Sejus-DF).
Com informações da Sedes-DF
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